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Os segredos de Nicole – Capítulo 5
Eram 4:30 da madrugada, eu estava muito mais morta do que viva e não tenho ideia de qual era a quantidade de cafés que eu já tinha ingerido naquele dia. Mas eu e toda equipe de residentes estávamos focados em tentar encontrar o diagnóstico de uma jovem de 16 anos que deu entrada na emergência com alguns sintomas de uma possível leucemia, porém os resultado dos exames não chegam a ser conclusivos. Me sentei diante do meu computador, mas a única coisa que eu enxergava era uma “tela em branco” pois minha mente me direcionou automaticamente para os meus livros da faculdade, até que me deu um estalo…
— Mielofibrose!
Meus colegas a minha volta me encararam e pude ver nitdamente o olhar de “ela tem razão” vindo deles. Corri pra sala do meu chefe, bati na porta enquanto Pedro vinha atrás de mim.
— Boa noite chefe, acho que consegui descobrir o problema da nossa paciente. Acredito que seja mielofibrose.
Meu chefe respira fundo e diz:
— Desenvolve a sua ideia aí pra mim.
— A mielofibrose pode ser confundida com a Leocemia em algumas situações. Isso acontece porque as duas podem ocasionar a queda nos glóbulos vermelhos e plaquetas, alterações qualitativas e quantitativas nos leucócitos e aumento de órgãos como o baço, como é o caso da nossa paciente. Sem falar o cansaço, falta de ar e palidez dela.
Imediatamente ele abaixa seus óculos e diz:
— O que você sugere então?
Respondo:
— Fazer a biópsia de medula óssea e também a análise molecular e citogenética. Se meu diagnóstico estiver correto, devemos realizar um transplante de medula antes que a doença evolua para uma leucemia, pois isso acontece em 20% dos casos de mielofibrose.
Meu chefe se levanta, respira fundo e diz:
— Fico feliz em saber que temos uma enciclopédia de medicina em forma humana por aqui. Pode ir lá, realize os exames e dê seguimento aos procedimentos. Pedro, a auxile por favor. Meus parabéns Doutora Nicole!
Saí da sala do chefe feliz e orgulhosa de mim mesma, mas principalmente feliz pela minha paciente.
Depois de todos os exames realizados, dei por mim que já eram 10:30 da manhã. Me sento no refeitório e me permito o luxo de comer um pão e algumas frutas pra conseguir chegar pelo menos até o fim desse diagnóstico e iniciarmos logo os procedimentos. Estava tremendamente ansiosa! Enquanto mastigo, Pedro vem e se senta ao meu lado com sua torre de panquecas.
Você pretende alimentar todos os residentes do nosso plantão?
Ele dá um sorriso amarelo e diz:
— Só aqueles que diagnosticaram a Gabriely do quarto 502! Amiga, estou super feliz por ti! Os olhos do chefe saltaram conforme você misteriosamente recitava as páginas de um livro de medicina avançada. Mas infelizmente os olhos dos nossos colegas estão expelindo veneno de tanta inveja. Todo mundo daria um braço para ter acertado esse diagnóstico!
Eu roubo uma panqueca do seu prato e digo:
— Calma! Ainda não sabemos se eu acertei! Vamos aguardar! E enquanto isso, me passa o açúcar ali. Meu café tá mais forte que minha vontade de dormir.
Algumas horas depois, tivemos a confirmação do diagnóstico e assim pude dar entrada no pedido de transplante de medula da minha paciente. Estamos anciosos para sabermos a possível compatibilidade dos seus irmãos, mas caso não haja, torceremos para que um doador apareça logo.
Final de plantão e a única coisa que eu almejo agora é a maciês dos lençóis da minha cama, acompanhados de um bom banho anterior. Mas por mais que o sono seja enorme, a minha vontade de passar na frente dos outros residentes venenosos como a “médica que descobriu o que ninguém conseguia” era maior. Então decidi descer pelas escadas onde eles costumavam estar e acenei pra eles como uma boa colega de profissão e não como a pessoa debochada que gritava em meu interior. Peguei meu ônibus, fui pra casa e apaguei!
Ao despertar do meu desmaio de exaustão, acordo com meu celular vibrando pela quinta vez… Ai não. Quanta mensagem! Mas gente, ainda não são nem oito da manhã! Quando eu olho de quem são as mensagens, tudo faz sentido! “Filha, tá tudo bem? Você não aparece mais! Está se alimentando? Está tomando o polivitamínico que eu te mandei? A comida do hospital é boa? Quer que eu vá aí te ajudar com as roupas?” Deus do céu! Bem, resolvo mandar um áudio que fica mais fácil: “Oi mãe, tá tudo bem sim! Estou me alimentando bem, a comida do hospital é ótima e graças a você estou tomando os polivitamínicos sim! Pode deixar que eu estou deixando as roupas limpinhas e dobradas nos meus dias de folga. Te amo viu? Beijos!” Apesar de todo esse exagero, eu amo o jeitinho que a minha mãe ainda cuida de mim, mesmo que à distância. E de todo jeito, ela não está tão errada quanto as minhas roupas, preciso dar um jeito nisso aqui!
Depois de dar um jeitinho nas roupas e na casa, resolvo parar pra olhar a geladeira e ver o que posso fazer de gostoso pra almoçar. Daria tudo pela lasanha da minha mãe agora! Mas já que ela está a duas cidades de mim, vai lasanha de micro-ondas mesmo! Assim que eu aperto os botões do micro, minha música é interrompida por mais mensagens, mas desta vez, nada de mamãe… “Homem, 45 anos. Procura mulher com vontade de explorar o limite entre o prazer e a dor. Gosto de dominar. Encontro a tarde em motel, despesas por minha conta.” Meu corpo contraiu em excitação! Já tinha algum tempo que eu não curtia uma vibe mais pesada assim. Eu quero! Respondo a mensagem com: “Hoje?” Logo em seguida recebo: “Se possível as 17h.” Envio: “Perfeito. Me envie o endereço.”
Depois de almoçar, descansar e tomar um banho, abro meu armário de “roupas especiais” e pego uma calcinha de renda preta, saltos altos, vestido colado no corpo e um sobretudo por cima. Deixo na minha bolsa uma máscara e minhas algemas. Por mais que eu ache que ele vá ter lá, essas eu sei que me deixam confortável. Olho no espelho e percebo que um batom nude cai bem nesse momento. Quero estar o mais neutra possível, mas mantendo a minha sensualidade. Peço um carro de aplicativo e em seguida já me direciono lá pra fora.
O motel marcado já era conhecido por mim. Só nunca tinha ido nessa suíte. O motorista me leva até a porta da suíte e agradeço a ele deixando uma gorjeta. Desço do carro e vou caminhando em direção a porta que já estava entreaberta. Ao empurrar a porta, escuto algo parecido com um jazz e ao olhar o meu parceiro, percebo que será um fim de tarde e tanto! Um homem lindo, bem vestido, tomava uísque. Colocou um copo com uma dose que já estava servida próximo a beira da mesa assim que me viu e puxou a cadeira para que eu sentasse. Era um misto de gentileza com ordens expressas! Me senti na vibe de beber um gole, mas isso não faz parte do meu protocolo pessoal. JAMAIS beba algo que não seja servido na sua frente e que a pessoa não beba antes. E pra minha surpresa, ele bebe o copo que havia me servido e repõe novamente. Gostei da atitude! Não precisei dizer nada. Apoio minha bolsa nas costas da cadeira e bebo o uísque olhando pra ele. Parecia muito seguro, muito a vontade. Sem nenhuma dúvida, aquela não era a sua primeira vez fazendo isso. Assim que apoio meu copo na mesa, ele abre os botões de sua camisa social, coloca uma mala sobre a cama e se senta.
— Muito prazer, você é linda! Obrigado por ter vindo. Por favor, fique a vontade…
Eu me levanto da cadeira, deixo meu sobretudo cair no chão e vou me aproximando aos poucos. A cada estalo dos saltos eu vou tirando o meu vestido devagar, de forma que assim que chego em frente a ele, já estou apenas com a calcinha de renda. Me ajoelho ao pé da cama enquanto os nossos olhos não se dispersam um do outro e no segundo em que estranho sua demora, ele puxa meu queixo e me começa a me beijar…
Os segredos de Nicole – Capítulo 4
Mãos apressadas em meu corpo, gemidos altos de excitação, dois corpos lindos e desnudos na minha frente e o céu sendo o limite do prazer… aquela sem dúvida nenhuma era a melhor sensação de todas! Beijava os lábios doces dela enquanto sentia o arrepio causado pela barba dele em meu pescoço. O cheiro amadeirado do perfume dele mesclado com o perfume floral dela, era a verdadeira definição de melhor de dois mundos. Eles despem meu corpo com rapidez e conforme vão revelando minha lingerie, vejo a excitação printada nos olhos dos dois. E em contra partida, estou fascinada em como ela era bonita, curvas perfeitas! O abdômen dele era trincado! Qualquer uma adoraria “lavar suas roupas” naquele tanquinho!
Eles me deitam na cama e parecem que já tinham uma espécie de combinado, pois os dois sabiam exatamente o que o outro iria fazer. Eu estava perfeitamente confortável na posição de “prato principal” ali, servida sobre a cama para eles. Deixei que o tesão deles guiasse o curso daquela noite. Ele desce para a base da cama se colocando de frente pra mim. Puxa minha calcinha pelas minhas pernas e começa a se lambuzar em minha vulva. Quando sinto sua língua passar pelo meu clitóris sinto uma espécie de “clique” em meu cérebro, como se o “botão do prazer” tivesse acabado de ser ligado. Ela se deita ao meu lado tirando meu sutiã com cuidado. Ela parecia ser bem mais delicada que ele. Ela me encara com aqueles olhos castanhos lindos delineados em preto, enquanto eu reajo aos estímulos do marido dela e isso parece excitá-la de um jeito bem intenso. Toco meus dedos em seus lábios e em seguida sua língua começa a me explorar… ela beija minha boca, seguida do meu pescoço e sinto leves mordidinhas nele. Me arrepio… em seguida ela empurra um dos meus seios em sua boca me dando um tesão imenso! O prazer da sensação da sua língua pincelando o bico do meu seio, enquanto o marido dela estimulava o meu clitóris, me fez colapsar em prazer! Meu corpo por instinto corre um pouco da agonia da intensidade, mas os braços deles não me deixam escapar, fazendo assim com que eu me derretesse no primeiro orgasmo daquela noite. Meus gemidos altos tomam conta da sala sendo apenas interrompidos pelas ordens:
— Isso! Vai gostosa! – Dizia ele enquanto empurrava um dos seus dedos em mim.
— Continua… goza na boca dele! – Ela pirava me olhando enquanto começa a se tocar.
Chego ao ponto alto do meu prazer e acabo esguichando, molhando um pouco o couro do sofá, mas acredito que aquilo estava longe de ser um problema.
Assim que me recupero, me viro de costas pra ele em quatro apoios e imediatamente sinto a mão dele espalmar minha coxa. Um pouco mais forte do que eu esperava, mas na medida certa pra reativar meu tesão. Puxo ela de frente pra mim e agora é minha hora de se deliciar. Assim que abocanho ela seu rosto de mulher doce se transforma completamente! Ela entrelaça seus dedos em meus cabelos e começa a gemer a cada movimento da minha língua. Quando dou por mim, sinto o membro dele me invadir com força e suas mãos puxarem minha anca um pouco pra trás. Molhei rapidamente com o prazer que ele me dava e com o sabor do mel da sua esposa escorrendo pelos meus lábios, que era delicioso por sinal! Ela gemia baixinho, mas o tesão dela não era pouco! Dava pra ver em seu rosto a cada vez que ela mordia seus lábios de prazer. Empurro um pouco meus dedos dentro dela enquanto exploro seu clitóris com minha lingua. Ela expreme eles com força dentro de si enquanto grita:
— Ah! Continua delícia! Continua que eu vou gozar!
Aumento o ritmo dos dedos empurrando com mais força e logo sinto seu gozo gostoso em minha boca. Me lambuzei naquela deliciosa mulher sem deixar nenhuma gota escapar de mim e em seguida o marido dela disse:
— Agora se encaixa nela! Ela tá no ponto certo!
Segui seus conselhos e entrelacei nossas pernas me colocando por cima. Ao começar a esfregar nossas vulvas, vi que ele tinha toooooda razão! Seu corpo estava em êxtase e a cada movimento meu, os seus gemidos aumentavam gradativamente. Ela segura em meus seios e eu me deixo levar nas sensações também. Sinto o clitóris dela esfregando no meu, nossas vulvas encharcadas misturando nosso nosso gozo… nosso corpo suando de prazer e minha boca não controla mais o volume dos meus gemidos. Que mulher gostosa! Olho pro lado e vejo ele se tocando enquanto nos assiste e pergunto:
— Não quer se juntar a nós duas?
Ele responde:
— Estou mais junto de vocês do que você pode imaginar. Foque nela e o meu prazer estará garantido!
Segui mais uma vez sua sugestão e me abaixei para beijar a sua esposa. Nossos corpos entram num ritmo delicioso! Nossas mãos passeiam pelo corpo uma da outra nos arrancando sensações diferentes. Suas unhas passando de leve pelas minhas costas me arrepiam, seu beijo molhado e intenso me tira o fôlego! E o atrito de nossas vulvas cada vez mais intenso me fez chegar perto do ápice uma série de vezes. Ela começa a gozar e ver o prazer intenso estampado em seu rosto, me fez fechar os olhos e me deixar levar mais uma vez. Gritamos em um orgasmo mútuo e delicioso, que fez meu corpo trancar tamanha intensidade! Nossa respiração fica ofegante, o ritimo cardíaco é tão forte e acelerado que é possível sentí-lo em minhas extremidades. Abrimos os olhos e assim que nossos corpos retornam daquele incrível colapso de sensações, ela segura meu pescoço e nosso beijo mais calmo completa com maestria aquela sequência intensa de orgasmos, carícias e trocas de prazer.
Quando olhamos para o lado, vimos ele nos assistindo enquanto tragava um cigarro.
— Não trocaria esse momento por nenhuma outra transa que já tive.
Enquanto eu escutava aquilo surpresa, escuto ela dizer:
— Eu também não!
Olhei pra ela, sentindo um misto de lisonjeio e confusão ao mesmo tempo e disse:
— Foi muito gostoso e intenso! Mas o que leva a vocês dois dizerem isso?
Ele se levanta, serve uma taça de vinho, me entrega e diz:
— Essa é a primeira vez que ela entra em uma sintonia gostosa e intensa com outra mulher. Já tentamos outras vezes, mas ela não se sentiu a vontade e não curtiu direito. Você é deliciosa! E por mais que eu diga isso com conhecimento de causa, ver o jeito que você a olhava, a tocava, a desejava… me fez pirar! Eu gozei olhando vocês, confesso que apesar de estar muito tentado em entrar ali no meio, sou um voyer nato e não teria prazer mais intenso do que ver o orgasmo da minha mulher com outra pela primeira vez.
Eu me senti tão incrível com aquilo! Estava feliz de ter participado daquele momento tão importante para eles.
Tomamos mais algumas taças, conversamos um pouco e um tempo depois eu levantei e fui ao banheiro me arrumar para ir embora.
— É… sei que não é comum os clientes da Pérola trocarem nomes e contatos, mas seria do seu interesse?
Eu respiro fundo e por mais que eu quisesse muito dizer um grande sim, lembrei do porquê eu virei cliente dela…
— Olha, eu adorei vocês também. Mas por inquanto não. Vamos fazer o seguinte, se quiserem me encontrar novamente, falem com a Pérola. Certamente ela vai me passar e consiguiremos nos encontrar de novo. Eu também adorei sair com vocês!
Saio de lá e vou direto pra casa. Me atiro na cama, pois preciso urgente descansar! Por mais que o sono pesasse meus olhos, acabei me deixando levar pela sensação gostosa que aqueles dois deixaram em meu corpo e não vou negar que queria muito reviver aquilo tudo novamente um outro dia. Mas única vez que saí com alguém por mais de duas vezes foi no meu último namoro e assim que saí dele, prometi a mim mesma que nunca mais me apegaria a ninguém. Logo no dia seguinte eu descobri o trabalho da Pérola e nunca mais precisei me preocupar com isso, por tanto, melhor deixar tudo como está. Me rendo ao sono e adormeço poucos instantes depois.
Acordo assutada com meu telefone tocando… Meus Deus, o que o Pedro tá querendo a essa hora?
— Oi Pedro.
— Cadê você mulher?
— Como assim? Ainda são… gente do céu eu perdi a hora! Já estou indo! Obrigada por me ligar!
Levanto correndo, troco de roupa e voo pro hospital!
Outubro rosa
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Os segredos de Nicole – Capítulo 3
Acordo de manhã com a luz entrando pelo friso entre as cortinas e quero me matar por não ter fechado isso direito ontem. Confesso que apesar de mortinha, estou louca por uma xícara de café bem quente e não dá pra ser a minha. Preciso descobrir que droga aquela mulher do hospital coloca em nossos cafés.
— Bom dia Nic!
Tomei um baita susto com Pedro apertando a minha cintura de surpresa.
— Fala sério que você também não consegue tomar o seu próprio café?
— Pensei que fosse só comigo! kkkkk
Pegamos os nossos cafés mágicos e nos sentamos no banco na lateral do hospital para bebê-los com calma. O que é uma tarefa praticamente impossível para residentes de medicina. Entre um gole e outro, Pedro me conta um pouco sobre sua rotina com sua irmãzinha, a Aninha. Preciso conhecer essa pessoinha que parece ser uma bebê muito mais do que fofa, inteligente e especial. Ele fica todo carinhoso quando fala dela, sinceramente fico em dúvida em quem parece ser mais “cute-cute”.
— Nicole! Pedro! O que vocês estão fazendo aí fora? Tem várias ambulâncias a caminho! Parece que todos os pacientes do acidente de trem estão sendo encaminhados pra cá! Levantem essas bundas residentes daí e já pra área de trauma!
Eu e Pedro nos encaramos super frustrados, segurando ainda os nossos cafés quentinhos e cheios esperança de tranquilidade no fundo deles.
— Será que ela faz alguma ideia de que chegamos meia hora mais cedo hoje?
Eu olho pro Pedro e respondo:
— Você acha mesmo que isso importa pra Dafiny?
Após estarmos irritados e devidamente equipados, a primeira ambulância chega e o paramédico fala:
— Mulher, 35 anos. Inconsciente após a queda…
Pedro imediatamente grita:
— Vivian! Meus Deus ela é minha irmã! Dafiny! Ela tem hipertensão e diabetes! É alérgica a dipirona.
— Ótimo Pedro, agora se afasta e vai ver os outros pacientes, vamos cuidar bem da sua irmã.
Pedro sai bastante preocupado da sala, mas sabemos que é o protocolo da emergência.
Ficamos com os pacientes com ferimentos mais leves e que estavam conscientes, pois nosso chefe não estava por perto para nos orientar. Até que conseguimos dar conta das ambulâncias em pouco tempo e assim que direcionamos os nossos pacientes, corremos para ver como estava a irmã do Pedro.
—Dafiny, cadê minha irmã? Ela estava aqui no leito 3.
Dafiny encara ele e diz:
— Foi direcionada pra neuro. Parece que ela caiu devido ao choque e a alta carga elétrica pode ter afetado alguma coisa. Acho que não chegará a ser cirúrgico. Vou chamar a Doutora Amélia pra falar com você. E não se preocupem que vou avisar pro Doutor Paulo que vocês estão aqui.
Agradecemos e ficamos no aguardo da médica.
—Doutor Pedro?
—Sim, sou eu!
— Bom Pedro, eu sou a Doutora Amélia, chefe da neurologia. Bem, a sua irmã está estável, mas ainda não acordou. Batemos uma TC e pelos resultados eu estou um pouco preocupada. Parte dos acidentes com choque elétrico ocorrem com contato na cabeça, principalmente na parte superior dela. Quando a corrente elétrica passa através do cérebro, ou por parte dele, pode produzir efeitos diversos. Os mais comuns são: Inibição do cérebro, dessincronização de seus comandos, edema, isquemia, aquecimento e dilatação. Vamos ficar de olho. Estamos monitorando ela no CTI. Sei que pode ser difícil, mas vá trabalhar e no passar do dia, eu vou te dando notícias. Mas procure ficar calmo, talvez não aconteça nada disso. Até mais Doutor Pedro!
Pedro estava pálido e basicamente sem reação. Coloquei ele sentado, dei um copo de água pra ele e disse:
— Calma Pedro, sua irmã vai ficar bem! Ela está em boas mãos. A Doutora Amélia é a chefe do setor e está cuidando pessoalmente dela.
Pedro deixa uma lágrima escapar e diz:
— Vou ligar pro meu cunhado. E você corre lá pra sala dos residentes, que apesar da Dafiny dizer que vai falar com o chefe, é bom você estar lá.
— Tem certeza?
— Tenho sim, obrigado amiga.
Passo pela sala dos residentes e vejo que ela está vazia. Vou então direto para a sala do chefe e o encontro lá.
— Bom dia Doutor Paulo. Eu estava ajudando o Pedro por conta da irmã dele…
Ele me interrompe e diz:
— Sim sim, a Dafiny me contou. Bem, separei aqui suas funções e a do Pedro, pegue aqui e vão pra ala pediátrica hoje. Doutor Alex deve estar esperando vocês.
Catei Pedro na emergência e nos direcionamos para a pediatria.
Nem preciso dizer que esse foi um plantão extremamente fofo! Mas também um tanto quanto dolorido. Aprender medicina interna é difícil, mas ver bebês recém nascidos precisando de uma cirurgia no coração com menos de 48 horas de vida é muito pior! Tem vezes que fazendo um tipo de especialidade, acabamos esbarrando em outra e mudamos o rumo de tudo, mas se tem alguma que eu não conseguiria é a cirurgia pediátrica.
Passadas algumas horas, doutora Amélia procurou o Pedro e disse que a irmã dele havia acordado, graças a Deus sem sequelas. Pedro foi vê-la e logo depois me encontrou no refeitório.
— Como ela está?
— Olha, bem até demais! Já estava até me dando bronca! Foi um susto e tanto, mas só um susto. Cara estou morrendo de fome e o seu macarrão me parece uma boa opção.
— Corre lá que metade do hospital compartilha da sua opinião.
No intervalo entre uma garfada e outra, meu celular vibrou com a mensagem: “Casal procura mulher que não tenha tabus ou preconceitos. Sem exigências. Encontro na casa deles. Amanhã as 22h” Respiro fundo e respondo: “Topo, mas quero o contato deles.” Em seguida ela escreve: “Você sabe perfeitamente que eu não faço isso!” Respondo: “Me diz como que eu vou confiar de ir na casa deles? Sem antes nem conversar! Não sou garota de programa!” Em seguida recebo uma ligação:
— Alô?
— Afrouxando é dona Nicole?
— Talvez…
— Você sabe que todo mundo que entra nesse esquema é analisado e aprovado por mim pessoalmente antes. E o maior propósito é que vocês não tenham NENHUM vínculo ou contato. A não ser depois de se conhecerem, mas nunca ninguém quis repeteco. Não passo números! Não perco meu tempo e nem o tempo dos meus clientes. Não vou fazer com eles o que eu não faria com você. E essa é a última vez que te explico isso senhorita Nicole!
—Ok. Desculpe Pérola. Hoje foi um dia difícil.
— Te passo o endereço por mensagem. Beijos.
Pedro se aproxima bem no final da ligação.
— Contatinhos?
— Pode se dizer que sim. Bem, vou lá que Doutor Alex precisa que a gente monitore aquele bebê no pós operatório. Come tudo!
— Tá né!
Entro no CTI Pediátrico e o monitor do bebê começa a disparar!
— Rápido! Vai chamar o Doutor Alex!
Enquanto isso administro a medicação intravenosa nele, mas mesmo assim não vejo efeito. Começo as compressões e em seguida o Doutor Alex chega.
— Já administrou a medicação?
—Sim!
— Então se afasta.
Ele vira o bebê de lado e em alguns segundos o batimento dele regulariza e a saturação melhora.
— Muitas vezes esses pequenos respondem melhor apenas com pequenas mudanças. Vou refazer os exames e ver exatamente o que aconteceu por aqui.
Auxilio em todo o processo. É lindo de ver o cuidado que o Alex tem com seus pequenos heróis. Procedimentos que seriam feitos por enfermeiras, ele fez questão em fazer pessoalmente. E para sorte desse pequenino serzinho, hoje ele estava em excelentes mãos que fizeram o ritmo do seu coraçãozinho se estabilizar.
Saio daquele plantão me sentindo bem, feliz e inspirada. Vou pra casa, tomo um banho e vou dormir, pois sei que minha noite vai ser agitada…
— Boa noite!
— Olá, boa noite!
— Entre querida, seja bem vinda.
Estava encantada com a simpatia que fui recebida na casa deles. O casal era jovem, eles eram bem ricos pelo visto. Tinham uma casa grande e muito bem decorada. Como de costume, me ofereceram uma bebida. Não costumo beber nesses encontros, mas dessa vez me senti a vontade para tomar uma taça de vinho com eles. Ele era alto, moreno, olhos verdes e malhado. Ela era ruiva, mais baixa, olhos castanhos e uma boca um tanto quanto convidativa. Em pouco tempo já estávamos entrosados, tendo uma conversa leve, descontraída e gostosa, até que a esposa se aproxima de mim mudando completamente de assunto e diz:
— Não aguento mais me segurar, você é linda e eu tô louca pra te beijar!
— Sua boca é uma verdadeira tentação também…
Ela me puxa pelo pescoço e nosso beijo se encaixa deliciosamente. Sua pose de boa moça vai se desfazendo conforme as suas mãos descem e vão explorando meu corpo. O perfume do seu cabelo me embriaga assim como o doce do gloss da sua boca. Ela desliza sua mão nas minhas coxas indo pra baixo do meu vestido enquanto o seu marido apoia a taça de vinho na mesa e vem andando em nossa direção enquanto arranca sua camisa…
Os segredos de Nicole – capítulo 2
Acordo com o despertador do meu celular sem acreditar que o sol já deu as caras. Corro pro banheiro e tomo uma ducha rápida, mas na hora de me secar percebo alguns hematomas bem aparentes em meu braço e uma marca no pescoço. Aí céus! Esse cara ontem perdeu a mão! Pra quê eu fui aceitar trocar um pouco os papéis? Bem, o jeito é correr atrás de uma base e tudo vai ficar bem.
Chego no hospital e corro logo pro vestiário. Guardo minhas coisas e pego meu uniforme, preciso me trocar antes que alguém chegue e veja essas marcas. Pra minha sorte, consigo terminar de vestir o jaleco e em seguida sou chamada por Pedro:
— Nicole! O pessoal está lá na emergência. Parece que tem algumas ambulâncias chegando! Corre!
Corro com ele pra lá e enquanto colocávamos as luvas e máscaras, recebíamos as instruções apressadas do doutor Paulo que já andava em direção as portas principais da emergência:
— Bem pessoal, as aulas começam literalmente agora! Vocês precisam aprender a trabalhar sobre estresse e pressão, mas não encarem isso como pedidos debochados de relatórios em um escritório, se tratam das vidas dessas pessoas que estão chegando! Acalmem por um primeiro momento os parentes que chegarem junto, mas direcionem eles para alguém da enfermeira. As ambulâncias devem chegar nos próximos 2 minutos, então foco, raciocínio rápido e não se esqueçam, vocês estão aqui pra salvar vidas! Bora lá!
Assim que nos aproximamos das portas as ambulâncias encostam e o doutor Paulo vai direcionando os pacientes para os residentes e também para alguns enfermeiros, vistos que alguns eram apenas pequenos ferimentos. Em uma questão de minutos a emergência ficou um verdadeiro caos! E eu espero que consigamos dar conta de tantos pacientes. Olho pro lado e o paramédico arrasta a maca em minha direção dizendo:
— Homem, 52 anos, hipertenso. Encontramos ele desmaiado no local depois de ser atirado pela janela do ônibus. Alguns ferimentos no braço, mas está com muita dificuldade de respirar!
Ele deixa o paciente no leito, se despede e vai embora. Eu olho a situação daquele homem e entro em pânico! As informações passadas pra mim quase que desapareceram no momento em que eu vi o estado crítico do meu paciente coberto de sangue. Respiro fundo e rapidamente pego meu estetoscópio para escutar sua respiração… a coisa só piorava! Olho o monitor e a pressão dele estava nas alturas! Gente, a qualquer momento este homem entra em colapso e morre! Mas não… Não no meu plantão!
Conseguimos estabilizar o paciente, segui corretamente todas as etapas, conferi os exames… tudo normalizado! Bem, com este paciente né… olho pra trás e com a emergência cheia daquele jeito, corri pra ajudar mais pessoas.
— Bom dia Dafiny, quais pacientes estão precisando de atendimento?
Ela me olha com uma pilha de pastas nas mãos e diz:
—Como é seu segundo dia e você conseguiu estabilizar aquele paciente, pegue os leitos 6, 7 e 8 que estão apenas com problemas mais leves. Depois volta aqui assim que terminar.
Não perdi tempo, peguei as fichas, atendi os pacientes e em menos de 15 minutos eu já estava de volta. Dafyni me olhou e disse:
—Boa menina, te quero na minha emergência durante o meu plantão hein! Corre ali no leito 2 pra auxiliar sua amiguinha que não consegue nem receitar um antibiótico direito.
Pensei comigo: depois de ganhar esse elogio da Dafiny, acho que nunca mais eu ganho na loteria! Quando me aproximo do leito, vejo que se tratava de uma paciente gestante. Muito provavelmente por isso que a Cíntia estava demorando.
— Oi Cíntia, precisa de ajuda?
Cíntia revira os olhos ao ouvir minha voz e diz:
— Tá se achando né? Só porque deu sorte e pegou pacientes relativamente simples, não precisa vir aqui cantar a vitória. Não quero sua ajuda! Está tudo bem por aqui!
Senhor! Que bicho mordeu ela?
— Credo Cíntia! Dormiu mal essa noite hein! Só estava querendo ajudar e já que você não precisa, vou ver se o Pedro quer.
Quando me viro pra procurar ele, uma enfermeira grita:
— Doutora Nicole! Ela está convulsionando!
Corro pra lá, vejo a paciente e já ordeno que a enfermeira administre a medicação. Em poucos segundos ela para, os batimentos regularizam e a paciente estabiliza. Ufa! Que segundo dia! E olha que ainda nem se passaram uma hora.
Depois de uma manhã um tanto quando agitada. Faço uma pausa pra um café. No caminho cruzo com Pedro que me acompanha no pedido. Sentamos um pouco e ele diz:
— E aí? Curtiu a emergência?
Olho pra ele com toda a calma do mundo e digo:
— Curti e muito! Acho que muito provavelmente essa vai ser minha praia. Até a Dafiny falou que me quer lá no plantão dela!
Ele me olha espantado e diz:
— E você acendeu a vela pra que santo? Pra isso poder acontecer, só encontro essa resposta!
Quase cuspo o café com os risos e digo:
— Nenhum seu louco! Nem acredito nessas coisas!
Ele reponde:
— Ah… mentira! Não acredito que você é do tipo que não acredita em Deus, só crê na ciência e blá blá blá…
Dou outra risada, sacudo a cabeça e digo.
— Acredito nele sim e na ciência com certeza! Só no blá blá blá que não! Bem, vamos embora que preciso comprar logo outro café!
Ele fica confuso…
—Mas você acabou de beber esse!
Entro na fila novamente dizendo:
— Você acha mesmo que depois dessa a Dafiny não tá esperando meu café?
Passamos o dia relativamente tranquilos. Eu e Pedro até que fazemos uma bela dupla! Desvendamos alguns casos laboratoriais juntos, fizemos as visitas dos pacientes internados e ainda por cima rimos um pouco das enfermeiras dando em cima do chefe às escondidas. Ele carrega uma senhora aliança naquele anelar dele, mas alguma coisa me diz que aquelas enfermeiras não estão ali só perdendo tempo e saliva. Bem, tentativas a parte, hoje dei o meu primeiro flagra num casal… o chefe da pediatria estava aos beijos com a secretária do RH dentro do depósito de medicamentos. Não consigo entender que fetiche é esse em transar em locais proibidos! Bem… sei bem que no mundo do prazer tudo é possível, mas sinceramente eu não vejo a menor graça nessa vibe.
Meu chefe reúne a equipe um pouco antes de acabar nosso plantão e diz:
— Muito bom o dia de hoje! Trabalharam bem! Tenho que dizer que a partir da semana que vem, irei começar a fazer as escalas dos plantões. Vocês não irão mais se ver todos os dias e essa moleza de dormir todos os dias vai acabar! Só estão pegando esses horários leves porque eu quis antecipar a vinda de vocês pra saber aonde eu quero que cada um fique. Boa noite pra vocês, vão pela sombra!
Plantão acabado e dessa vez eu topei o convite para ir beber no tal barzinho. Nada de álcool pra mim, mas até que passar mais um tempo com o Pedro fora do hospital me pareceu uma boa.
Pela graça dos céus, a Cíntia pegou a moto e passou reto pelo bar.
— Boa noite querida, me vê uma cerveja!
Eu apoio minha bolsa e digo:
— Um refri por favor! Pode ser uma Coca.
Pedro me encarou e disse:
— É sério isso? Coca pós expediente?
Afirmo com a cabeça enquanto eu pego meu telefone vibrando com a seguinte mensagem: “Mulher, 45 anos. Procura sexo com outra mulher em local proibido. Topa?” Encaro aquilo como uma gracinha do destino e dessa vez eu respondo: “Não, passo.”
— Bem, escolhi a Coca, pois achei que ia precisar ficar mais tempo acordada essa noite. Mas pelo o que eu acabei de ver já já vou pra casa dormir!
Pedro indaga:
— Vai me dizer que levou um fora?
Dou um gole na minha Coca e respondo:
— Não, eu que dei! Bem estou louca por um hambúrguer, quer também?
Ele estica a mão pro garçom e diz:
— 2 Burguer’s de picanha por favor!
Cruzei os braços e disse:
— Obrigada pela gentileza, mas eu pensei em a gente escolher junto!
Seu ar de deboche me deixa desnorteada:
— Desculpa “Senhorita eu dou o fora nos caras” não sabia que o coitado do Burguer picanha também não iria agradar a sua noite!
Dei um tapa no braço dele enquanto os risos já nos tomavam… bem, já vi que aqui começa o início de uma gostosa amizade, e eu estou adorando isso!
AVISO!!!
Aqui se encerra a parceria com o autor Ismael Faria
Deixo aqui minha EXIGÊNCIA que o autor NÃO vincule meus trabalhos ou meu nome as suas atividades, sejam elas profissionais ou não.
Sempre mantive meu profissionalismo e respeito acima de tudo e assim farei com qualquer parceria que eu tiver. Já o autor pelo visto, não pensa e nem age da mesma forma, por esse motivo e em respeito a vocês que me seguem, deixo aqui esse post de esclarecimento.
Att: Ana Delmas









